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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Receita Federal pode abrir concurso em 2013


Apesar das investigações sobre a tentativa de fraude no concurso da Receita Federal este ano e da espera pelos resultados das provas, já há a expectativa de abertura de um novo concurso em 2013. Então, prepare-se para esta nova chance, pois, segundo Dyogo Henrique de Oliveira, secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda, a espera é de oferecimento de 1.050 vagas para analista tributário e auditor-fiscal. A remuneração é de R$8.300,07 para o primeiro e R$13.904 para o segundo, lembrando que ambos pedem ensino superior. Mas calma, pois a Receita informou que o assunto ainda está em âmbito ministerial e o Ministério da Fazenda ainda não confirmou essas informações. Mas como somos brasileiros e não desistimos nunca, vamos aguardar os próximos capítulos dessa história.

Fonte:Editora Ferreira

MPU: Concursos de nível médio e superior à vista


Não faz muito tempo, o Ministério Público da União (MPU) finalizou processo seletivo em que mais de 3 mil servidores foram convocados. Pois bem, se você perdeu essa chance, não tem problema, pois em 2013 o órgão já prevê a abertura de outro concurso.
O orçamento supõe que seja em torno de 2.200 novos servidores, o que não significa que o número não possa ser maior, pois pode haver margem para mais contratações, se o cálculo for aprovado.
A remuneração para nível técnico/ médio é de R$4.694,09 e de R$7.252,52 para superior.
Vale lembrar que a organizadora ainda não foi definida, apesar de o Cespe/ UnB ter sido a banca em 2010. Nesta seleção, foram 150 questões – 60 de Conhecimentos Básicos e 90 de Conhecimentos Específicos.
Ainda assim, Luís Antônio Camargo, procurador-geral do Ministério Público do Trabalho (MPT), informou que há grandes chances do edital sair no começo do próximo ano. Estaremos acompanhando.


domingo, 9 de dezembro de 2012

17 órgãos abrem inscrições para 7,3 mil vagas no início da semana


Salário chega a R$ 16,7 mil no TJ do Rio Grande do Norte. 

Só no governo do Distrito Federal são 6,5 mil vagas.


Pelo menos 17 órgãos abrem inscrições no domingo (9), segunda-feira (10), terça-feira (11) e quarta-feira (12) para 7.272 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de todos os níveis de escolaridade.

Os salários chegam a R$ 16.702,66 no Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte. Somente no governo do Distrito Federal são 6,5 mil vagas.
No domingo (9), o governo do Distrito Federal abre inscrições para 6,5 mil vagas.
Fonte:G1

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Veja relação de classificados em concurso para analista técnico de políticas sociais da Fazenda


ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA
EDITAL Nº 82, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2012
O Diretor-Geral da Escola de Administração Fazendária-ESAF, no uso de suas atribuições,
observadas as disposições contidas no Edital ESAF nº 35, de 23/08/2012, publicado no Diário Oficial da União de 27/08/2012 e, em acolhimento aos pronunciamentos da Banca Examinadora emitidos em razão dos recursos apresentados às Provas Objetivas 1 e 2 do concurso público para o cargo de Analista Técnico de Políticas Sociais do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão-MP, aplicadas no dia 18 de novembro de 2012, resolve, em consequência:
I - DIVULGAR, em anexo, em cumprimento ao disposto no subitem 9.12, a relação, por área,
dos candidatos aprovados nas provas objetivas e classificados até o limite estabelecido no subitem 10.1, respeitados os subitens 10.2 e 10.3, em conformidade com os critérios de habilitação e classificação estabelecidos nas letras "a", "b" e "c" do subitem 13.1, todos do Edital ESAF nº 35/2012, regulador do concurso;
II - JULGAR improcedentes os demais recursos apresentados às questões das provas objetivas;
III - REITERAR que o conteúdo dos pareceres referentes ao indeferimento ou não dos recursos apresentados quanto às provas objetivas estará à disposição dos candidatos no endereço www.esaf.fazenda.gov.br, exclusivamente durante os 2 (dois) dias úteis seguintes ao quinto dia subsequente à publicação deste Edital;
IV - CONVOCAR os candidatos constantes da relação a que se refere o item I acima para prestarem a prova discursiva, no dia 16 de dezembro de 2012, conforme determinado abaixo:
DIA P R O VA  Discursiva                      FECHAMENTO DOS P O RT Õ E S
16/12/2012 (domingo-tarde)                             13 horas         Horário de Brasília (Horário de verão) DURAÇÃO   3 horas  

1(um) tema e 1 (uma) questão sobre disciplinas indicadas no subitem  10.5.1 do Edital Regulador do concurso.

V - INFORMAR que os locais de aplicação da prova discursiva serão dados a conhecer somente via internet, no endereço www.esaf.fazenda.gov.br, mediante consulta pelo próprio candidato, durante os 3 (três) dias que antecederem a realização da prova;

VI - CONSIDERAR reprovados, para todos os efeitos, os demais candidatos não convocados para prestar a prova discursiva, de conformidade com o subitem 9.12.1 do supracitado Edital.


                Saúde
                Educação
                Gestão Social
                Previdência
                candidatos com deficiência

Fonte: DOU

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Prof. Marcelo Moraes Caetano dá Toque de Mestre para não repetir palavras em redações: hiperônimos e perífrases.


Prof. Marcelo Moraes Caetano escreveu um Toque de Mestre no site da Editora Ferreira abordando dicas de como agir


PARA NÃO REPETIR PALAVRAS EM REDAÇÕES: HIPERÔNIMOS E PERÍFRASES

         "  Escrever um texto de qualidade exige, dentre outros fatores, que palavras somente sejam repetidas caso haja real necessidade de ênfase estilística para essa repetição. Do contrário, deve-se evitar ao máximo o uso reiterado de um vocábulo. 

           Para isso, podemos usar sinônimos e perífrases.

           Os sinônimos de que trataremos aqui são os hiperônimos, isto é, aqueles que, semanticamente, apresentam-se mais amplos que seus correspondentes, num jogo de metonímia (a parte pelo todo). Por exemplo, ao me referir a um “físico” e, em seguida, possuindo o texto o mesmo referente, se me reporto novamente a ele, mas desta vez como “cientista”, usei um sinônimo hiperônimo, pois nem todo cientista é físico, mas todo físico é cientista (“cinetista” é mais genérico, semanticamente, do que “físico”).

          Já a perífrase é um conjunto de palavras que, na sua totalidade, remete a alguma ideia que pode ser ercebida no texto.

          Muitas vezes, uma ideia vem torneada por esse conjunto perifrástico, que, não raro, até, atenua-a, modaliza-a, suaviza-a. Em muitos casos, as perífrases ocorrem para evitar repetição vocabular, como dissemos, quando o autor, com o intuito de não repetir uma palavra, utiliza, para ela, uma de suas características, por meio de perífrase.

          É preciso, no entanto, tomar cuidado para não incorrer nas chamadas PERÍFRASES VICIOSAS, que são aquelas que podem, muito bem, ser substituídas por uma única palavra. Ocorre que, muitas vezes, entretanto, o autor opta por usar  uma dessas perífrases para lançar mão de um eufemismo (figura de linguagem que se aproxima da atenuação), para ser “politicamente correto”, para não ir diretamente a um 
ponto, digamos, polêmico.

          Por isso, são tão comuns as perífrases eufemísticas em expressões do meio político, social, educativo etc.; por exemplo:

“Desvio de verbas públicas”,

“mão de obra excessiva ao mercado de trabalho”, 
“contingente excessivo”, 
“populações em situação de risco social”, 
“comunidades populares”, 
“população com problemas de nutrição”, 
“alunos com déficit cognitivo”, 
“excluídos sociais”, 
“tarifa de contribuição governamental”, 
“tributo para a conservação da estrada”, 
“tentou usar subterfúgios ilícitos”...

              É fácil substituir cada uma das perífrases acima por palavras que as definam e que cheguem direto ao ponto, sem rodeios.

             Experimente, num exercício, substituir cada uma daquelas perífrases escritas acima por uma única expressão. Você observará que, não raro, a expressão substituta poderá ser até grosseira, ofensiva, e, em muitos casos, não incorrerá em exatidão vocabular, como no caso de substituir  “populações em situação de risco social” por “marginais”. 

              Por outro lado, percebemos a nítida tentativa de obscurecer a gravidade do fato com o uso de palavras  mais amenas na substituição de  “mão de obra excessiva ao mercado de trabalho”  por  “desempregados”, ou  “tributo para a conservação da estrada” por “pedágio”.

             É bem verdade que, para evitarmos a tão aludida repetição desnecessária, viciosa, pode-se (e deve-se) usar um termo por outro, quando não houver distorção do significado.

               Ou seja, um texto poderia estar assim redigido: "

Continua no site da
Editora Ferreira

Fonte:Editora Ferreira